27 de maio de 2010

The beginning that have never started

Gostava mesmo que houvesse autenticidade no que a humanidade faz, mas não há. Dizia algum intelecto que se salva - mas que já falta-me na memória - que "a cinestesia da humanidade não é original. Há a área sensível. Só se pode imaginar, lembrar, saber, o que já se passou pela área sensível. Tente imaginar uma cor que nunca foi vista por ti que não conseguirás."
Não seja tão exigente... não peça algo que não poderei cumprir. Se deseja que lhe mostrem o que são, esteja pronta para aceitar a falta de originalidade que aparecerá. Não pense, em momento algum, que a humanidade não é sombra de algo maior. A originalidade não vem do homem.
Porém então, se o que busca é sinceridade...

22 de maio de 2010

sim; e dificilmente será retirada.

Hoje em dia não mais existe o ser humano. O ser humano tornou-se a Pessoa, tanto oralmente, visualmente e essencialmente. Tomou-se o hábito ignorante de chamar o humano de Pessoa e agora, acostumado por como sempre fora tratado, de fato tornou-se a Pessoa.
Entretanto, existe outro ponto. O prósopon não passa de uma personagem. A Personagem não é nada menos que a pessoa que a interpreta. O uso de "pessoa" não é mais correto que o de "personagem", afinal o que mais o ser humano faz quando interpreta A Pessoa?
A personagem que a humanidade conquistou para ser intérprete foi O Prósopon, a pessoa.
E o prósopon é o aspecto que a humanidade desenvolve e desenvolve, mas substitui-se. O aspecto único, ou nem tanto, de cada Ser humano. Algum dia, deixaríamos de ser humanos para sermos Pessoas... e o dia já chegou há muito tempo.
A humanidade não é mais humana. É apessoada, o prósopon, a persona... a máscara já foi colocada e fixada.

14 de maio de 2010

Esperando...