ha. justo agora que precisava de ti.
bom, não é de menos. rejeito-te ontem, atacas-me hoje, hm? e amanhã?
pior é que estou a abrir os curativos para ver sangrar, para ver se vem. se vier, irás tacar-lhes sal?
quero doce. Agora, logo, falta esperança. Penso que sejam momentos assim que causem descrença.
sabe, se precisou de mim ontem, não noticiei. não noticiará que hoje sou eu.
Escuta, quando ficas o dia inteiro em casa a morrer e matar-se e não pode dopar-se é tenso. Eu quero.
Apesar de tudo, penso as vezes, obrigada pelo antes de ontem, aceito o que quiser em troca, pagar o preço do pão... mas logo vem a onda de algo que não sei que é, que me arrasta e me afoga e me arrependo. Deus... cobras muito caro.
Declaro que não sei onde estou e que só sigo à onde for mais bonito, onde tiver menos luz machuca menos os olhos.