7 de abril de 2010

Encarece, porra.

Parva demais pra crêr que é o dia qual permite sua chegada. Satisfeita de cultura e calorosa de um frio lunar. Pecadora furtiva - luxúria nos olhos, ganância na boca. Impaciência em ser.
Sincroniza dor, fé, lealdade e tudo, mas acaba demasiado rápido... e então a matança sem sangue, simples pois pura, realiza o desfecho explícito do amanhecer.
Dá-lhe noite tola, em fim.
Toda vez espero que venha melhor, mas volta sempre igual: aborrecida.

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