2 de junho de 2010

memories from a disturbed childhood,

Ao início, ela está intacta. Puxa-se a corda de cada um dos lados, mas existem demais fatores. É impossível dizer que quem nunca a rompeu teve maior diversão, também. Uma mesma pessoa pode puxar diversas, cada qual com suas consequências.
Pois então, quando puxa-se com demasiada força de ambos os lados, é óbvio que virá a romper-se. Existem os maltidos intrusos, ainda. Enviados por que quer que seja, acabam por atrapalhar a brincadeira - muitas vezes são eles os que virão a romper a corda alheia - ou simplesmente deixam-na mais interessante, dependendo da perspectiva.
Em toda vez que rompem-na, claro, não acaba-se por aí - ainda resta dar o nó, o que pode ocorrer ou não. É, porque a amizade consiste-se disto, porém, mesmo que o nó seja dado, ambos terão consiência de que ele está presente, como uma lembrança eterna e irreversível. Todos os nós o são.

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