Não existe de fato como ser tão imperfeito. Ainda menos tão perfeito.
adj. e s.m. Que ou aquele que nasce morto. / Fig. Que está condenado ao insucesso desde seu aparecimento.
O ser, no entando não nasce morto, porque só realmente se aparece depois de morto aquele tipo-zumbi que vestimos até algum ponto durante ou após a adolescência: as senhoras dão à luz um monstrinho, que lhes sugam os mamilos, o sangue, a persona e, algumas vezes, a pessoa, para então algum dia quebrar-se em dois e enfim revelar-se gente. E poder ser.
"Apenas a compreensão da realidade gera referenciais suficientes para a escolha de um modelo social e conseguinte construção de uma identidate social (a percepção de si e de outrem em relação a si)."
Como essa é uma compreensão extremamente subjetiva - dependente também da participação e manipulação deste e daqueles senhores - há nela a comprovação de um caráter verdadeiramente único, uma vez observada a infinidade de fatores correlacionantes.
"E em algum ponto, é formado um ciclo. A experimentação desta identidade na própria sociedade que a contrói pode ou não alterar a capacidade ou qualidade de percepção do indivíduo sobre determinados conceitos, renovando suas antigas escolhas, desejos e ademais. Daí o amadurecimento do ser."
*Culpado o tempo, havia-me esquecido se eram realmente de minha autoria, por isso os textos em aspas. De qualquer forma, é certo de que foram baseados em conceitos de um colega e, além do mais, parecem um bocado meus...*
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